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A responsabilidade ambiental da humanidade

Pergunta:
- Enquanto investigador, vê o próximo século (XXI) com alguma preocupação?

Eurico da Fonseca:
- O nosso futuro depende do futuro do mundo e a minha visão do mundo divide-se entre a decadência e aquilo que os homens poderão fazer para a evitar.
As pessoas ainda não têm a noção do que nos espera e parece-me que é preciso cairmos na decadência e no caos para que depois a humanidade renasça.

Tudo isto tem a ver com as questões ambientais e com o esgotamento das reservas do planeta que, como está mais que provado, acaba por provocar enormes desequilíbrios sociais e humanos.

Portanto, enquanto a humanidade não perceber isto, o nosso futuro será uma grande incógnita.

Entrevista dada em 31-01-2000.
Eurico da Fonseca viria a morrer a 4 de Dezembro desse mesmo ano.
Já lá vão 10 anos... a humanidade, essa continua a cavar a sua própria sepultura.
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Tudo é uma questão de... química!


O AMOR NÃO TEM NADA A VER COM QUÍMICA CERTO?

Errado! O AMOR É QUÍMICA!

O Amor é causado por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada.
Entre estas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas.
A acção de algumas delas é muito semelhante à acção dos narcóticos, o que explica de certa forma a oscilação entre sentimentos contraditórios como euforia e depressão, características comuns entre toxicodependentes e apaixonados.
A ciência ainda não sabe explicar o que desencadeia o processo químico da paixão.
Cuida-te, porque como acontece com todas as anfetaminas, com o passar do tempo o organismo vai-se acostumando e adquirindo resistência.
Passa a necessitar de doses cada vez maiores para provocar o mesmo sintoma do início.
Lê mais sobre química, apaixona-te, dá uma chance ao teu coração, dá uma chance à tua vida, vais ver que vale a pena!


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FELIZ NATAL !


Nesta quadra de Natal e passagem de ano, propensa a abusos alimentares, veja este video e pense o quanto se pode fazer pelo bem estar das pessoas de forma simples e objectiva.



... e não foi preciso conselho médico.

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Universidade de Aveiro vai abrir curso de Medicina


O Ministério do Ensino Superior autorizou a abertura de um curso de Medicina na Universidade de Aveiro, a partir do ano lectivo 2011/12, exclusivamente destinado a pessoas que já tenham uma licenciatura noutras áreas da Saúde.

Com uma duração de quatro anos, o curso resulta de um consórcio entre a Universidade de Aveiro e o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto, no âmbito do qual serão desenvolvidos programas conjuntos de ensino e investigação.

"Espera-se que estes estudantes, com uma maior maturidade e passados académicos mais diversificados, desenvolvam um interesse pela investigação e potenciem a criação de núcleos próprios de investigação clínica", nomeadadamente na área da tecnologia biomédica e das suas aplicações, por exemplo ao nível da nanomedicina ou da telemedicina, refere o protocolo que será assinado terça-feira entre as duas instituições.

A admissão dos candidatos será feita com base na avaliação do currículo e da realização de uma prova de conhecimentos em Biomedicina e de um teste de aptidões clínicas semelhante ao adoptado em várias faculdades de Medicina britânicas.

O curso arrancará em 2011 com apenas 40 alunos, número que será gradualmente aumentado até atingir 120 novas entradas por ano.

A partir do segundo ano do curso, os estudantes terão formação clínica em contexto hospitalar, tendo sido, para isso, estabelecidas parcerias com o Hospital Infante D. Pedro, de Aveiro, o Centro Hospitalar entre Douro e Vouga e o Hospital de São Teotónio, em Viseu, entre outras unidades.

O curso de Medicina da UA será o nono em Portugal, tendo o projecto aveirense sido ratificado por uma comissão de avaliação internacional, requisito obrigatório.

Vai entrar em funcionamento no ano lectivo 2011-12 no Edifício das Ciências da Saúde que será construído de raiz na zona da Agra do Crasto do campus da Universidade.

A Universidade de Aveiro é já uma referência incontornável no panorama do Ensino Superior em Portugal.

Assim, são mais que merecidos os parabéns não só à actual Reitora (Prof. Drª. Helena Nazaré) bem como aos anteriores Reitores, ao Corpo Docente e a todos aqueles que fizeram daquela Casa o que hoje efectivamente é.

Parabéns também pelo 36.º aniversário.

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Efeitos das alterações climáticas na saúde


O impacto das alterações climáticas na saúde é um problema grave que os governos deveriam considerar como uma prioridade, agindo e investindo rapidamente, a fim de reduzir os seus efeitos, declararam peritos da Organização Mundial de Saúde (OMS), durante uma conferência subordinada ao tema “Os riscos mundiais das alterações climáticas”, que teve lugar em Copenhaga, esta semana.

Segundo os peritos, as alterações climáticas têm um efeito negativo na saúde: enquanto as emissões de gases com efeito de estufa aumentam, o estado da saúde mundial degrada-se. A OMS e o Painel Internacional sobre Alterações Climáticas identificaram os riscos que as perturbações climáticas criam, ao modificar os processos naturais do planeta de que dependemos, como a alimentação, a água e a segurança física.
Os perigos das alterações climáticas são diversos, mundiais e difíceis de inverter. Os fenómenos meteorológicos extremos, as dinâmicas das doenças infecciosas e o risco de subida do nível do mar perturbam as terras e os recursos hídricos.

Cada ano, cerca de 150 000 pessoas, das quais em média 85% são crianças, morrem em países de baixo rendimento na sequência de problemas de saúde ligados às alterações climáticas como o subnutrição, a malária e as cheias.

Segundo os peritos, uma redução significativa das emissões de gases com efeito de estufa poderia permitir uma redução dos riscos para a saúde da ordem dos 25%. Mudar os sistemas de consumo de energia e de transporte poderia ter uma influência importante nos problemas de saúde pública como a poluição atmosférica (responsável por 800 000 mortes anuais), os acidentes rodoviários (1,2 milhões de mortes), a falta de actividade física (1,9 milhões de mortes) e a poluição do ar interior (1,5 milhões de mortes).
Os efeitos das alterações climáticas estão distribuídos de uma forma desigual.
As comunidades mais pobres são, em geral, as mais vulneráveis, o mesmo acontecendo com os habitantes dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento, das regiões montanhosas ou das zonas com escassez de recursos hídricos, das grandes cidades e do litoral dos países em desenvolvimento.




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